segunda-feira, 30 de abril de 2012

Você sabe o que é Tecnologia Assistiva?

Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.

É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).

No Brasil, o Comitê de Ajudas Técnicas - CAT, instituído pela PORTARIA N° 142, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2006 propõe o seguinte conceito para a tecnologia assistiva: "Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) - Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE) - Secretaria Especial dos Direitos Humanos - Presidência da República).

O termo Assistive Technology, traduzido no Brasil como Tecnologia Assistiva, foi criado em 1988 como importante elemento jurídico dentro da legislação norte-americana conhecida como Public Law 100-407 e foi renovado em 1998 como Assistive Technology Act de 1998 (P.L. 105-394, S.2432). Compõe, com outras leis, o ADA - American with Disabilities Act, que regula os direitos dos cidadãos com deficiência nos EUA, além de prover a base legal dos fundos públicos para compra dos recursos que estes necessitam.

Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.

  • Recursos
    Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.

  • Serviços
    São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
    Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como:

  • Fisioterapia

  • Terapia ocupacional

  • Fonoaudiologia

  • Educação

  • Psicologia

  • Enfermagem

  • Medicina

  • Engenharia

  • Arquitetura

  • Design

  • Técnicos de muitas outras especialidades

Encontramos também terminologias diferentes que aparecem como sinônimos da Tecnologia Assistiva, tais como “Ajudas Técnicas”, “Tecnologia de Apoio“, “Tecnologia Adaptativa” e “Adaptações”.

Objetivos da Tecnologia Assistiva

Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade.

Categorias de Tecnologia Assistiva

A classificação abaixo, foi construída com base nas diretrizes gerais da ADA, porém não é definitiva e pode variar segundo alguns autores.

A importância das classificações no âmbito da tecnologia assistiva se dá pela promoção da organização desta área de conhecimento e servirá ao estudo, pesquisa, desenvolvimento, promoção de políticas públicas, organização de serviços, catalogação e formação de banco de dados para identificação dos recursos mais apropriados ao atendimento de uma necessidade funcional do usuário final.

1

Auxílios para a vida diária

Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc.

2

CAA (CSA)
Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa

Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.

3

Recursos de acessibilidade ao computador

Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador.

4

Sistemas de controle
de ambiente

Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores.

5

Projetos arquitetônicos para acessibilidade

Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com deficiência.

6

Órteses e
próteses

Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos.

7

Adequação Postural

Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros.

8

Auxílios
de mobilidade

Cadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.

9
Auxílios para cegos ou com visão subnormal

Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc.

10

Auxílios para surdos ou com déficit auditivo

Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado — teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros.

11

Adaptações em veículos

Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.

Conteúdo de autoria de Mara Lúcia Sartoretto e Rita Bersch © 2012

Publicado em http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html

terça-feira, 17 de abril de 2012

Inclusão Digital

Por Thais Pacievitch

Chamamos de inclusão digital  a tentativa de garantir a todas as pessoas o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs). A idéia é que todas as pessoas, principalmente as de baixa renda, possam ter acesso a informações, fazer pesquisas, mandar e-mails e mais: facilitar sua própria vida fazendo uso da tecnologia.

Em todo o mundo há uma forte tendência a disponibilizar cada vez mais serviços através da internet. Por isso, uma pessoa incluída digital, como se diz, tende a ganhar em qualidade de vida, na medida em que ganha tempo fazendo uso da tecnologia. Temos inúmeros exemplos dessas facilidades como: as operações bancárias via Internet, as compras em lojas virtuais e supermercados que entregam em domicílio, alguns cursos on-line, inclusive de Educação a Distancia e serviços públicos variados.
Nesse contexto, o governo federal tem alguns programas de inclusão digital.

O “Programa Computador para Todos” garante financiamento em várias parcelas para as pessoas interessadas em adquirir o equipamento que custe no máximo R$1800,00. Os computadores devem atender a alguns requisitos mínimos para um desempenho satisfatório.

O Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo), incentiva e dá
o suporte necessário para a utilização pedagógica da informática nas escolas públicas da educação básica no Brasil.

A inclusão digital resulta em inclusão social, assim como a exclusão digital aprofunda a exclusão social.

Nesse sentido, instituições públicas de educação e ONGs realizam cursos de informática gratuitos para a população de baixa renda, sobretudo para os jovens prestes a entrar no mercado de trabalho.

Mas o termo inclusão digital vai mais além. Está relacionado à questão da acessibilidade. Acessibilidade é a busca para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiências, possibilitando as condições de acesso a todos os lugares, seja físico ou virtual.

Nesse sentido, os programas de inclusão digital buscam aprimorar e ampliar o acesso às tecnologias aos deficientes. Cada vez mais são desenvolvidos meios que facilitem a acessibilidade dos deficientes em contato com o computador e desenvolvidos softwares para o funcionamento desses acessórios. Em alguns lugares como em Universidades, existem salas que possibilitam o acesso a deficientes, por exemplo: um deficiente visual pode ouvir e/ou imprimir textos em Braille através de software específico.

Fontes
BRASIL. Ministério da Educação. Portal de Inclusão Digital. Acessado em 1 de mar. de 2008. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Escola municipal terá rede social exclusiva

Uma boa iniciativa que esperamos seja partilhada por outras Prefeituras!

 

As escolas municipais de São Paulo terão até o final deste semestre uma rede social, aos moldes do Facebook, para interligar alunos, pais de estudantes e professores.

Na rede, os alunos poderão criar seus próprios avatares (personagens) e terão à disposição exercícios de português e matemática, complementares ao conteúdo visto em sala de aula.

Também poderão comentar sobre as atividades e compartilhar dúvidas.

O site faz parte de um projeto que custará R$ 54,2 milhões e incluirá a entrega de equipamentos de informática e a implementação de uma rede wireless em todas as 551 escolas da rede.

Cada unidade terá tablets à disposição dos professores de português e matemática e netbooks que serão usados pelos estudantes em sala.

O projeto será implementado a partir de março, quando os professores começam a ser capacitados, afirma a Secretaria Municipal da Educação. Ele será voltado, inicialmente, para estudantes do 4º, 5º e 6º ano (entre 9 e 11 anos).

Por meio de uma senha individual, cada aluno poderá acessar o site de relacionamento e executar, com a supervisão do professor, as atividades. Cada acerto no exercício vale um ponto virtual, que pode ser usado para customizar (com acessórios) o personagem do estudante.

“Estamos trabalhando com uma linguagem que hoje, para eles, é muito própria. Qualquer aluno opera em computador. Isso ajuda a tornar a aula mais atrativa”, afirma o secretário da Educação, Alexandre Schneider.

A proposta, no entanto, é criticada pelo professor aposentado do Departamento de Ciência da Computação da USP, Valdemar Setzer. Para ele, o uso de computadores em sala não é o meio mais adequado de estimular o desenvolvimento dos alunos.

“O computador padroniza as atividades e cada aluno tem uma necessidade diferente. Além disso, é preciso desenvolver com esses estudantes a capacidade de concentração e a internet é dispersiva. Os pequenos têm que ser incentivados a gostar de livro”, afirma.

Publicado em: http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/02/07/escola-municipal-tera-rede-social-exclusiva/

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Aplicações práticas do Twitter no campo educacional

 

 

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O blog Canal do Ensino publicou uma postagem sob o título “Uso  do twitter no mundo acadêmico” que trata sobre a utilidade das redes sociais por professores e o bom resultado obtido no campo da educação , como a formação de grupos de trabalho, a análise e avaliaçãode diferentes grupos de alunos.

Destaco algumas utilidades do twitter para uso dos professores com seus alunos:

 

Anúncios: Twitter é bom para comunicar qualquer alteração de horário, conteúdos, classes e, em geral, qualquer informação relevante para os alunos.

Informações adicionais: entrega de artigos relevantes e conteúdo para os alunos através dos 140 caracteres é sem dúvida um dos pontos fortes das redes sociais na educação.

Links: promove a informação complementar

Ótimo para a história: a escolha de um tema e seu complemento, através de vários tweets com que os alunos vão montando suas pesquisas, podem render ótimos resultados na educação dos alunos.

Diálogos, debates e discussões sobre o tema:  têm tido grandes resultados para a formação do estudante.
Além disso, e para concluir, há uma tendência clara para otimizar o processo educativo que ocorre através da interação dos alunos com seus pares, uma interação que transcende as barreiras e os modelos de ensino atuais.

Visitem  sigam http://canaldoensino.com.br e leiam mais postagens interessantes sobre educação.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Sugestão de Apresentação para ilustrar aulas de Educação Física

Compartilho com os meus visitantes, uma apresentação que fiz para complementar as aulas de Atletismo na disciplina de Educação Física.Muitas vezes não temos o espaço adequado para a prática das aulas, mas nem por isto devemos deixar nossos alunos sem o conhecimento.Espero que seja útil e que compartilhem com seus pares.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Utilização de QR Codes em salas de aula

Os QR Codes unem o mundo fisico com o mundo virtual, oferecendo acesso a recursos em tempo real para objetos e lugares. Desta maneira, os códigos oferecem apoio a aprendizagem virtual, podendo desta maneira brindar a experiência fisica com a aprendizagem. Oferecendo um valor pedagógico ampliados aos exercicios que os estudantes realizam, facilitando assim a criação e contribuição do conteúdo.

É necessário mesclar esta aplicação tecnológica as salas de aula. Dentro dos QR codes podem estar texto, URL, números de telefones, SMS, etc. Ao final de uma aula o professor pode registrar sua explicação em uma URL a partir de um QR Code. Desta forma os alunos podem fotografar o QR code e ter acesso aos exercícios que o professor passou.

Infelizmente os QR Codes não funcionam em todos os dispositivos móveis. No entanto, parece que cada vez mais, um novo dispositivo entra na lista de compativel com tecnologia QR Code. Por isso, é certo dizer que é questão de tempo para que o Qr Code esteja disponivel para a maioria dos ceulares com camera.

Algumas ideias de integração

  • Lição de casa/ Plano de estudos: O professor pode criar um QR Code para tarefas semanais. Uma ótima ótima maneira de economizar papel.
  • Aulas de música ou instrumentos: Pode criar vinculos com arquivos MP3.
  • Curriculos: Os estudantes podem criar seus curriculos e apresenta-los em uma entrevista no formato QR Code. Além de ser uma ideia diferente, o recrutador pode considerar uma inovação.
  • Votação: Os estudantes podem participar das pesquisas que são realizadas nas aulas para aprender sobre algum ponto de vista, e simplesmente tirar uma foto a partir do seu telefone celular para a resposta que eles consideram.
  • História / Ciência: Os estudantes podem criar um QR code de uma imagem e quandos as pessoas fizeram a leitura com o aplicativo, imediatamente verias informações importantes sobre a imagem.
  • Avaliações online: É possível criar avaliações interativas, que poderiam ser publicadas “online” para que o estudante  fizessem em tempo real, fornecendo assim sua nota instantaneamente.
  • Avaliações físicas: Realizar uma avaliação tradicional no papel no qual haveria 3 modelos diferentes, em que os alunos podem usar seus telefones celulares para decodificar um QR Code que seria um dos questionarios recebidos, é dado a eles um tempo para entregar o quiz, desta maneira podem analisar um paragrafo ou situação descrita no link fornecido para responder o questionário.
  • Assinar um canal de noticias RSS.
  • Incluir e facilitar a distribuição de materiais digitais para reforçar o intercambio entre as classes.

Finalmente, a maior importância ods QR Codes não está na sua aplicação específica, mas as oportunidades de usá-los como dispositivos de entrada em ambientes de aprendizagem.


Publicado em: http://mlearningpedia.com.br/utilizacao-de-qr-codes-em-salas-de-aula

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O papel da Internet no futuro da educação

Luciana Allan

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Uma revista semanal brasileira divulgou pesquisa que ilustra o perfil dos jovens dos dias atuais. Durante dois meses, a publicação entrevistou estudantes, pais, psicólogos e educadores para identificar os hábitos e comportamentos que formam o jovem da era digital. Segundo o levantamento, este público gasta, diariamente, 3 horas e 40 minutos navegando na Internet - sendo que, neste período, mais de 80% do tempo é dedicado ao Orkut e ao MSN. Em menos de três anos, o índice de jovens brasileiros que acessam a web passou de 66% (em 2005), para 86% (em 2008). Por seu caráter democrático, descentralizado e dinâmico, é a mídia que mais atrai os jovens e, desta forma, sua contribuição no processo de ensino-aprendizado não pode ser ignorado.
A Internet oferece aos estudantes uma infinidade de possibilidades. De clique em clique, os alunos vão acumulando endereços, imagens e textos que se sucedem de forma ininterrupta. Entre tantas conexões possíveis, o excesso de informação pode levar a um não aprofundamento de temas, ocasionando dificuldades em escolher o que é significativo, relevante e confiável. Neste contexto, cabe às instituições de ensino trabalhar não mais com a transmissão de conteúdos estanques, mas sim, com o desenvolvimento de competências e habilidades que permitam a estes alunos refletir, aprender a pesquisar, analisar informações e identificar a veracidade das mesmas, formar idéias, discuti-las com seus pares, enfim, colocar os resultados das pesquisas mais em confronto, de forma a questionar as afirmações encontradas.

Utilizada como aliada, a Internet contribui para o processo de formação pessoal e profissional dos jovens. Dominar os recursos tecnológicos e intermediá-los com a aprendizagem de conteúdos multidisciplinares desenvolve competências necessárias para se inserir e manter-se no mercado de trabalho. Atualmente, ter ou não acesso à informação processada e armazenada na web pode se constituir em elemento de identidade ou de discriminação na nova sociedade que se organiza. Desta forma, incluir estratégias de ensino que façam uso deste recurso significa preparar o estudante para o mundo tecnológico e científico, aproximando as instituições de ensino do mundo real e contextualizado.

A habilidade de selecionar conteúdos, interpretar adequadamente uma informação, fazer uma leitura crítica do meio, dominar os recursos de busca nas diferentes mídias, produzir textos e comunicar-se de forma rápida e eficiente utilizando as ferramentas digitais contribuem significativamente para formar um bom profissional. A Internet estimula a curiosidade, incentiva o trabalho desenvolvido em equipe (colaboração), promove agilidade na execução de tarefas, reduz custos e incita o senso de organização (tanto do tempo como da seleção de informações) - sem dúvida, competências extremamente valorizadas no mercado de trabalho.

Ao dedicar quase quatro horas de seus dias à Internet, os jovens estão com a oportunidade de ampliar enormemente suas possibilidades de educação e formação, pois podem, por meio de cursos gratuitos, tutoriais, blogs e afins, aproximar-se de outros estudantes, trocar experiências culturais, estudar outro idioma, aprofundar conhecimentos com mestres e especialistas capazes de contribuir com novas idéias e conceitos para o trabalho de pesquisa, por exemplo.

Porém, a dedicação quase que exclusiva à participação em sites de relacionamento e programas de comunicação instantânea podem limitar a oportunidade que nossos jovens têm de absorver todos os benefícios que a aproximação via rede pode trazer.

Sendo assim, é fundamental que as instituições de ensino, e em especial os professores, fomentem um uso mais elaborado da Internet, ampliando o repertório de possibilidades que a rede oferece, instituindo estratégias de ensino que promovam a aprendizagem efetiva, contribuindo para a construção de conhecimento e formação de cidadãos autônomos.

Publicado em: http://www.revistasermais.com.br/artigos.asp?cod_site=0&id_artigo=76&keyword=O_papel_da_Internet_no_futuro_da_educa%C3%A7%C3%A3o

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cabecear bola de futebol pode afetar memória e coordenação, diz estudo

 

Pesquisa que faz o alerta ainda é preliminar, ressalta médico.
Mapeamento do cérebro mostra sinais semelhantes aos da concussão.

Tadeu MeniconiDo G1, em São Paulo

O cabeceio é um movimento natural para qualquer jogador de futebol. Ele é treinado para isso e, se não estiver bem marcado, consegue jogar a bola onde bem entender. Porém, mesmo com toda a prática, o impacto é forte e pode deixar sua marca no corpo.

Uma pesquisa apresentada nesta terça-feira (29) no encontro anual da Sociedade Radiológica Norte-americana aponta a relação entre cabeçadas no jogo de futebol e lesões no cérebro, que podem levar a diversos problemas, incluindo perda de memória e reação motora.

O estudo clínico liderado por Michael Lipton, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva, em Nova York (EUA), avaliou imagens de ressonância magnética do cérebro de 38 atletas amadores que praticam o esporte desde a infância.

Cada participante respondeu a um questionário elaborado por especialistas no esporte para determinar quem cabeceava a bola mais ou menos vezes. Aqueles que usam a cabeça com mais frequência – acima de 1,5 mil cabeçadas em um ano – tiveram exames parecidos com o de pessoas que sofreram concussões – um tipo leve de traumatismo craniano.

O português Cristiano Ronaldo e o bósnio Edin Dzeko disputam bola no ar; jogada corriqueira ou perigosa? (Foto: Reuters/Rafael Marchante)O português Cristiano Ronaldo e o bósnio Edin Dzeko disputam bola no ar; jogada corriqueira ou perigosa? (Foto: Reuters/Rafael Marchante)

Esses jogadores também tiveram piores resultados em testes de atenção, memória e reação motora, um possível sinal de que as funções do cérebro já estão sendo afetadas.

“As pessoas pensam que concussão não é tão séria assim, mas cerca de 20% das pessoas não conseguem voltar a trabalhar”, disse Lipton ao G1. “Eu não entendo o que tem de tão leve no traumatismo leve”.

Além disso, as concussões aumentam o risco do surgimento do mal de Alzheimer na terceira idade, segundo o médico norte-americano.

'Chacoalhada' no cérebro
Em geral, jogadores de futebol preferem usar a testa e acreditam que ela seja mais resistente. A pesquisa não levou em conta a parte da cabeça na jogada, mas Lipton não acredita que isso faça diferença.

“O principal aqui é a aceleração – e desaceleração – da cabeça”, diz Lipton. Em outras palavras, o cérebro “chacoalha” dentro do crânio.

Também por isso, o especialista não acredita que seria inútil usar algum tipo de capacete, como o usado pelo goleiro tcheco Petr Cech, do clube inglês Chelsea, e por vários jogadores de rugby.

“Acredito que reduzir o número de cabeceios é uma boa ideia para diminuir o risco de lesões”, diz Lipton. No entanto, ele ressalta que os dados são preliminares e que somente com futuras pesquisas seria possível estabelecer uma relação definitiva entre a jogada e problemas no cérebro.

Toda a proteção do goleiro Petr Cech seria inútil se ele precisasse cabecear a bola (Foto: Reuters/Wolfgang Rattay)Toda a proteção do goleiro Petr Cech seria inútil se ele precisasse cabecear a bola (Foto: Reuters/Wolfgang Rattay)

Para servir de alerta
“É um trabalho ótimo para servir de alerta”, avalia o médico Júlio Nardelli, do grupo de medicina esportiva do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC/USP).

Para Nardelli, um atleta de fim de semana dificilmente chega à marca de 1,5 mil cabeceios em um ano. “A preocupação maior é para o atleta de alto rendimento”, acredita o especialista, que trabalha também com a seleção brasileira feminina de vôlei.

Para um jogador profissional, é impossível evitar o cabeceio, um fundamento importante do jogo. Por isso, a solução tem que ser outra: o acompanhamento médico.

“Hoje em dia, você consegue o diagnóstico precoce”, diz Nardelli “Esse exame [ressonância magnética, como a usada na pesquisa de Lipton] tem que fazer parte da rotina desde a categoria de base”, opina o médico.

Também desde cedo, seria possível fazer exercícios preventivos, estimulando o cérebro para neutralizar os efeitos das lesões provocadas pela bola.

Um problema grave, para Nardelli, é a vida do jogador depois que se aposenta. Se a ameaça é em longo prazo, como é o caso do Alzheimer, os atletas deveriam continuar fazendo exames regularmente, mas raramente o fazem.

Além disso, não são raros os casos de alcoolismo e dependência de drogas entre ex-jogadores, que agravam o quadro.

“Nós temos que tomar cuidado para proteger o atleta como homem, como pessoa normal”, preocupa-se Nardelli. “É preciso prepará-lo para ser uma pessoa normal do ponto de vista psíquico e do ponto de vista biomecânico”, conclui.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Cérebros de crianças autistas têm mais neurônios, diz estudo

O autismo inclui um amplo espectro de diferentes desenvolvimentosOs pesquisadores encontraram 67% mais neurônios no córtex pré-frontal e 17,7% mais peso

As crianças autistas têm mais neurônios e apresentam um cérebro mais pesado que as demais, revela um estudo publicado na terça-feira (8) no Journal of the American Medical Association (JAMA). O estudo, baseado em análises de cérebros de crianças autistas falecidas, sugere que a anomalía na zona pré-frontal do cérebro pode ter origem no útero, destacam seus autores.

Os cientistas examinaram os cérebros de sete crianças autistas, com idade entre 2 e 16 anos, a maioria morta por afogamento. Ao comparar os cérebros dos autistas com os de outras crianças, a maioria morta em acidentes de trânsito, os pesquisadores encontraram 67% mais neurônios no córtex pré-frontal e 17,7% mais peso, em média, no primeiro grupo.

"Já que os neurônios corticais não são gerados após o nascimento, este aumento patológico no número de neurônios em crianças autistas indica causas pré-natais", destaca o estudo. O córtex pré-frontal é responsável pela linguagem, comunicação e comportamentos como o ânimo, a atenção e as habilidades sociais. Habitualmente, as crianças autistas têm problemas nestas áreas.

"Os fatores que normalmente organizam o cérebro parecem estar desconectados", destacam Janet Lainhart, da Universidade de Utah, e Nicholas Lange, da faculdade de Medicina e Saúde Pública de Harvard.

"Devido ao fato de que os neurônios em todas as zonas do cérebro, exceto no bulbo olfativo e no hipocampo, são gerados antes do nascimento, estas descobertas se somam à crescente evidência biológica de que a neuropatologia do desenvolvimento do autismo começa antes do nascimento, possivelmente em todos os casos".

Estudos prévios sugeriam que os sinais clínicos do autismo tendem a convergir com um período de crescimento anormal da cabeça e do cérebro que começa a ser evidente entre os nove e os 18 meses.

O autismo inclui um amplo espectro de diferentes desenvolvimentos, desde a dificuldade para as relações sociais até a incapacidade de comunicação, passando pela execução de movimentos repetitivos, extrema sensibilidade a certas luzes e sons e problemas de comportamento.

Fonte: AFP – R7

 

http://www.portaleducacao.com.br/educacao/noticias/45293/cerebros-de-criancas-autistas-tem-mais-neuronios-diz-estudo/?utm_source=twitter&utm_medium=noticias&utm_content=8020&utm_campaign=twitter

sábado, 22 de outubro de 2011

Quatro dicas para diminuir o estresse no trabalho

A prática de exercícios podem ajudar a aliviar a pressão do dia-a-dia e evitar problemas como a Síndrome de Burnout

O autoconhecimento e o pensamento positivo também contribuem para diminuir estresse

O autoconhecimento e o pensamento positivo também contribuem para diminuir estresse

 

Durante a consulta, Celina, que atua como gerente da área de TI de uma instituição financeira, não sabia dizer exatamente quando os sintomas começaram porque fora algo progressivo, há meses sofria constantemente de dores de cabeça, insônia, sensação de exaustão e problemas gastrointestinais. Aliado a isso, o estado emocional de Celina com relação ao trabalho também não era dos melhores. Sentia-se irritada, pressionada pelo trabalho, tinha problemas com a chefia, trabalhava com prazos impossíveis de serem cumpridos, com uma equipe e um sistema falhos, o que a deixava com uma constante sensação de falta de eficácia e falta de esperança no trabalho. Por mais que se empenhasse, tinha a sensação de que nunca iria alcançar as metas estipuladas.
Com o tempo, foi adoecendo com mais facilidade, e as gripes, que antes eram facilmente controladas com analgésicos, agora a derrubavam na cama, e, nos últimos tempos, problemas cardíacos começaram a surgir obrigando-a a faltar no serviço e buscar ajuda médica. Mais tarde, conversando com seu médico, percebeu que seus problemas de saúde foram ocasionados pela exposição crônica a agentes estressores no trabalho. E foi assim que Celina conheceu a Síndrome de Burnout.
A Síndrome de Burnout é um estresse relacionado ao trabalho que resulta da luta prolongada do paciente contra agentes estressores no trabalho, e está sendo cada vez mais estudada por conta de sua correlação com o baixo rendimento e comprometimento com a empresa, absenteísmo (falta no trabalho), aumento de acidentes no trabalho, intenção de deixar o emprego e alta rotatividade.
Os sintomas físicos do Burnout podem incluir dores de cabeça, transtornos gastrointestinais, tensão muscular, hipertensão, episódios de resfriado/gripe, distúrbios do sono, problemas cardíacos, dor lombar, ansiedade e depressão.
Na área de serviços, o Burnout é composto por três elementos principais:
• Exaustão emocional: caracterizada pela falta de energia e sensação de esgotamento dos recursos emocionais.
• Despersonalização: marcada pelo tratamento dos clientes como se fossem objetos e não pessoas.
• Não realização profissional: caracterizada pela tendência de avaliar a si mesmo de forma negativa.
Pesquisas apontam que a questão emocional é de grande importância na vivência do estresse. A pesquisa de Sheena Johson e cols (2005) mostrou que algumas profissões como policiais, professores, enfermeiros e até mesmo Call Center, podem ser mais vulneráveis ao estresse por serem profissões que exigem: 1) interação direta ou por telefone com clientes; 2) as emoções mostradas nesses empregos têm por objetivo influenciar as atitudes e comportamentos de outras pessoas; e 3) a demonstração dessas emoções devem seguir regras. Em outras palavras, todos eles devem manter a calma, serem cordiais e mostrarem autocontrole. Outros estudos apontam para o fato de que essa dissonância emocional, que é sentir uma coisa e ter que demonstrar outra, pode resultar em sensações de hipocrisia, levando à baixa auto-estima e até mesmo à depressão.
Entretanto, os estudos também apontam que a propensão ao estresse não é igual para todas as pessoas. Algumas serão mais e outras menos atingidas, e outras não sofrerão estresse. O que diferencia são os traços de personalidade e os recursos internos que as pessoas possuem para lidarem com as adversidades do trabalho, esses recursos serão mais eficientes quanto maior for o conhecimento de si mesmo.
Portanto, a boa notícia é que boa parte da solução também pode estar ao seu alcance, ou seja, você pode amenizar o impacto negativo dos problemas relacionados ao trabalho sobre sua qualidade de vida física e psíquica.
É claro que não há fórmula certa contra o estresse, justamente por ser um conjunto de variáveis externas (relacionados ao ambiente) e internas (relacionado às questões psíquicas) que nos torna mais ou menos vulneráveis ao estresse. Mas é possível adotar algumas medidas que auxiliam na manutenção da saúde contra o estresse, seguem algumas dicas:
• Pratique exercícios: o estresse lesa menos pessoas fisicamente ativas. Procure fazer algo que sinta prazer: caminhadas leves, natação, ginástica localizada, yoga, etc.
• Tenha um hobby: caso o seu trabalho não lhe proporcione prazer, mas você se sente impossibilitado de sair imediatamente por questões financeiras, uma saída é desenvolver um hobby. É preciso encontrar prazer de alguma forma no trabalho, o hobby seria uma espécie de segundo trabalho, onde a pessoa pode focar a atenção sem tantas interrupções, em ambiente mais controlado e encontrar prazer no próprio processo do trabalho. Já vi vários casos em que o hobby se tornou profissão. Pense nisso!
• Procure pensar positivo: tenha consciência de que preocupação demais não solucionará o problema. Criatividade só vem quando a mente está tranqüila.
• Conheça a si mesmo: só assim você descobrirá as melhores formas de lidar com as adversidades da vida e superar os desafios de forma mais positiva e sadia. Lembre-se que todos nós temos problemas, o que diferencia é a forma de lidar com os eles.
Meiry Kamia - é psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, consultora e palestrante. Diretora da Human Value Consultoria, Meiry desenvolve palestras e treinamentos vivenciais utilizando técnicas lúdicas diferenciadas que contribuem para o auto-conhecimento e mudança de comportamento.

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/noticias/44715/quatro-dicas-para-diminuir-o-estresse-no-trabalho/?utm_source=twitter&utm_medium=noticias&utm_content=8020&utm_campaign=twitter

sábado, 15 de outubro de 2011

Homenagem ao Dia do Professor

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O Exercício de SER Professor

Fátima Miguez

Como operários em construção do conhecimento, assumimos, um dia, uma sala de aula e tudo desconhecíamos da missionária ação de ensinar. Como podíamos compreender que a paixão de educar traz dor, decepções e, também, alegrias, emoções inesquecíveis. Como podíamos, tão inexperientes, perceber que o exercício de ser professor mobiliza nossa capacidade de renovação fraterna.

Aos poucos, construindo vivências, divisamos que o professor faz o aluno e que este responde/corresponde, interativamente, à ação docente, similar aos versos do "Operário em construção", do poeta Vinícius de Moraes, ao poetizar que "o operário faz a coisa / e a coisa faz o operário".[1]Compreendemos, franciscanamente, que é dando que recebemos e que é com os pés descalços que caminhamos quando queremos sentir a firmeza dos passos no contato com o chão.

É dentro da percepção de cada instante vivido, experimentado no edifício da construção humana que crescemos como Seres e ampliamos, também, a entrega apaixonada à profissão-amada. Como já disse Vinícius de Moraes, no poema citado, aludindo aos artífices de casas e pensamentos, o operário dos seus versos "não cresceu em vão / pois além do que sabia / - exercer a profissão - / o operário adquiriu uma nova dimensão: / a dimensão da poesia."[2]

Como operários, na construção do saber, cimentamos nossos ideais de transformação no tempo / templo de nossas aulas e lançamos rimas de conhecimento na humana engenharia do crescimento. Somos operários na construção poética do amanhã. Viver o vigor da Poesia no projeto educacional é enxergar e enfrentar, dignamente, os percalços da vida com suas contradições. É saber dizer sim, mas, principalmente, dizer não, afrontando os riscos e comprometimentos do exercício profissional. É lutar por seu trabalho com "uma esperança sincera cresc(endo) no coração"[3], como o operário da construção poética de Vinícius de Moraes. É libertar-se do egoísmo limitador para valorizar aqueles que estão no processo de aprendizagem. Enfim, viver o apelo docente é saber reconhecer o Sonho como alicerce da profissão e procurar transformar essa utopia humana em realidade no tempo / templo sagrado de nossas aulas. Atender com determinação e competência a esse chamado vocacional é a meta, é o rumo, é a rota do verdadeiro mestre.

(In: Nas arte-manhas do imaginário infantil. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 2003, páginas 135-136.)

domingo, 18 de setembro de 2011

Seis passos para melhorar qualidade de vida do professor.

1. Organização do tempo

Um dos grandes problemas do professor é o tempo. O professor deve organizá-lo em torno de suas prioridades, cortando ou otimizando o tempo de seus afazeres menores.

2. Exercícios físicos

O professor sempre está em duas posições, em pé ou sentado. Neste intervalo, recomenda-se praticar de cinco minutos a duas horas de exercício, seja na academia ou simples alongamentos. Cinco minutos podem parecer pouco, mas em longo prazo a diferença é visível.

3. Beber água

A água desempenha duas funções fundamentais no corpo: ativar termostato e quebrar gordura. Para calcular a quantidade ideal de água que você deve beber por dia você deve multiplicar 25 ml X seu peso corporal.

4. Arrumar a postura

A má postura desencadeia várias doenças, desde as mais conhecidas, como cifose, lordose e escoliose, até bronquite e pneumonia.

5. Qualidade de tempo

Tire um tempo para você mesmo. Faça o que gosta, se dedique a um hobby, se distancie um pouco da sua vida profissional e foque na sua vida pessoal.

6. Sono

É um dos passos mais importantes, necessário para reorganizar tudo o que foi desorganizado durante o seu dia. Dormir bem altera a qualidade de vida dentro e fora de casa.

As dicas são do Daniel Garcia, Educador Físico e Massoterapeuta Quiroprático do Portal Educação.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Como usar o twitter a favor da educação?

                              
Adotar novas ferramentas de comunicação não é nada fácil! Muitas vezes o que nos passa pela cabeça é que nunca iremos conseguir dominar as inúmeras plataformas que surgem a cada segundo no mundo digital!
Descobrir qual a melhor maneira de explorar o Twitter, utilizando todos os benefícios que ele tem a oferecer, parece mais complicado ainda! A boa notícia é que, se você se sente perdido frente às novas redes sociais, atenção: você não está sozinho! Por isso é que já surgiram diversos sites que tentam instruir como fazer uso do Twitter de maneira inteligente.
Nosso objetivo, porém, é falar do uso do Twitter na educação! Como esse link pode acontecer? Como os professores podem utilizar essa ferramenta em sala de aula?
Professores que vivem na correria, sempre ocupados, com inúmeras atividades intermináveis, talvez pensem que o Twitter não valha a pena e que não conseguiriam NUNCA dominá-lo! Se pensam assim, possivelmente ainda não reconheceram que seus alunos estão em peso no microblog, trocando informações e criando redes de troca de saberes!
Por isso, a solução é se arriscar e ir atrás de dicas, manuais, sugestões que possam facilitar a familiarização com o miniblog.
Abaixo listamos alguns sites que poderão lhe ajudar nesse processo!
Autor: Carolina Prestes Yirula
 Fonte: http://cadernodia.wordpress.com/2011/07/28/351/

domingo, 10 de julho de 2011

Vídeo Institucional sobre a Educopédia


A MultiRio, a pedido da Secretaria Municipal de Educação, lançou um vídeo institucional sobre a Educopédia, plataforma digital educativa desenvolvida pela SME e que revolucionou a forma de ensinar na Rede Municipal do Rio de Janeiro. A peça, com seis minutos de duração, explica como a Educopédia mudou o ensino nas escolas, apresentando declarações dos principais usuários da plataforma: professores e alunos. O vídeo, dividido em cinco partes, seguindo o formato da ferramenta digital, ressalta a ideia revolucionária do projeto, que atende aos anseios de educadores e estudantes por um ensino moderno e antenado com as novidades tecnológicas. O vídeo está disponível no canal da MultiRio no YouTube (www.youtube.com/multiriosme).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Redes sociais e 'twitteratura' aproximam o aluno do professor

01 de julho de 2011

Especialista defende utilização das redes sociais como forma de prender atenção dos alunos nos conteúdos. Foto: Getty Images

Especialista defende utilização das redes sociais como forma de prender atenção dos alunos nos conteúdos
Foto: Getty Images

Com informações rápidas em 140 caracteres e com uma infinidade de imagens, vídeos e links online, o maior desafio dos educadores atualmente é criar mecanismos que prendam a atenção dos alunos nos conteúdos escolares. Alguns professores perceberam que a solução para conquistar os estudantes é levar a sala de aula para o principal meio de socialização dos jovens: as redes sociais.

Enquanto o professor explica o conteúdo no quadro negro, os alunos recebem pelo microblog Twitter atualizações com links de imagens e vídeos relacionados ao que é ensinado. Depois, os alunos têm a tarefa de buscar informações adicionais e tuitar a descoberta para o educador. Assim, a escola vence as fronteiras da sala de aula e proporciona a estudantes e professores interagirem presencial e virtualmente.

O cenário descrito acima é considerado ideal para José Armando Valente, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade de Capinas (Unicamp). Segundo ele, é nas redes sociais que os jovens buscam notícias, atualizações e também se relacionam com amigos. Por que não fazer uso deste meio para que eles socializem com os professores e busquem informações sobre os conteúdos aprendidos em sala de aula?

Muitos profissionais decidiram colocar a ideia em prática e acabaram conquistando a atenção dos alunos. É o caso de Roberto Carlos de Souza, professor de literatura que criou um concurso de "twitteratura" na escola Crescer PHD, de Vitória (ES). O projeto, aplicado nas turmas de ensino fundamental, consistia em publicar pequenos contos de 140 caracteres no Twitter. "Antes de realizar a atividade, eu dei duas aulas sobre redes sociais e expliquei a diferença da linguagem e da escrita utilizadas na sala de aula para aquelas usadas nas redes sociais", afirma o educador.

 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5215388-EI8266,00.html

domingo, 12 de junho de 2011

ONU declara acesso à Internet como direito humano

A Organização das Nações Unidas (ONU) publicou, na última semana, um novo relatóriosobre promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e expressão. No documento, a instituição ressalta que desconectar as pessoas da Internet é um crime e uma violação dos direitos humanos.
Impedir o acesso à informação pela web infringe, segundo a ONU, o Artigo 19, parágrafo 3, do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, de 1966. De acordo com o Artigo, todo cidadão possui direito à liberdade de expressão e de acesso à informação por qualquer tipo de veículo.
O parágrafo 3 até considera a hipótese de aqueles que tiverem transgredido algum tipo de lei, envolvendo meios de comunicação, possam sofrer restrições específicas. No entanto, não totais e apenas se as transgressões colocarem em risco os direitos e reputações de outras pessoas ou a segurança nacional.
A produção do relatório, feita pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU e o site Mashable, foi motivada por novas leis aprovadas na França e na Inglaterra que excluem da Internet pessoas consideradas como infratoras de direitos autorais.
O documento também explica que outros países já bloqueiam conteúdos específicos na rede para seus cidadãos. Em alguns casos, os denominados infratores foram excluídos totalmente do acesso à Internet. Mas, para a ONU, não importa qual o crime cometido – violação de direitos autorais ou intelectuais –, todo ser humano ainda deve ter o direito de continuar com acesso à informação e à Internet.
Por meio do relatório, a ONU pede aos países que revejam suas leis contra pessoas que tiverem cometidos violações de direitos autorais ou intelectuais e as punições adotadas, para que elas não contrariem as diretrizes divulgadas no documento da organização.
Estado e Internet
Uma empresa de monitoramento da Internet identificou, na última semana, que dois terços do acesso à rede na Síria está bloqueado, segundo o site da revista Wired.
O relatório da ONU destaca que nenhum Estado pode interromper o acesso à Internet, nem mesmo em situações de crises políticas, sejam internas ou externas. A web tem sido utilizada para a livre expressão da sociedade a favor ou contra determinados assuntos.
Um fato de grande manifestação popular via web que ganhou repercussão mundial ocorreu em 2009, durante as eleições no Irã, quando o presidente Mahmud Ahmadinejad foi considerado reeleito. No período, os meios de notícias foram proibidos de trabalhar no país. Então, as denúncias de repressão aos eleitores favoráveis ao opositor Mir Hussein Mousavi e de fraude nas eleições passaram a surgir na Internet.

*Com informações do blog Oceanogeek e da Unesco

Publicado em http://aprendiz.uol.com.br/content/nefrojoswo.mmp 08/06/2011

domingo, 29 de maio de 2011

Presas em casa, crianças estão mais fracas

 

 O Globo

RIO - Uma infância dominada por videogames, TV e computadores está deixando toda uma geração de crianças mais fraca, como comprovou, pela primeira vez, uma pesquisa realizada no Reino Unido. O estudo, liderado por Gavin Sandercock, especialista em educação física de crianças da Universidade de Essex, comparou em 2008 o desempenho em atividades comuns de um grupo de 315 meninos e meninas britânicos de 10 anos com o de outro grupo de 309 da mesma idade em 1998 e constatou que a nova geração não consegue realizar os exercícios com a mesma facilidade ou desempenho.

De acordo com o artigo publicado no periódico "Acta Paediatrica", as crianças de 2008 fizeram menos abdominais, foram menos capazes de sustentar o peso do próprio corpo segurando uma barra e apresentaram força menor nos braços e na empunhadura do que as avaliadas 10 anos antes. Segundo os pesquisadores, as crianças da nova geração realizaram um número 27,1% menor de abdominais; tiveram uma queda de 26% na força dos braços e de 7% na empunhadura; e uma em dez não conseguiu se segurar na barra e sustentar o próprio peso, contra uma em cada 20 em 1998.

- Isso provavelmente é fruto de mudanças nos padrões de atividades das crianças de 10 anos, como participar menos de exercícios de subida em cordas nas aulas de educação física nas escolas e trepar em árvores apenas por diversão - disse Sandercock. - Estas atividades tipicamente aumentavam a força das crianças, fazendo com que elas fossem, por exemplo, capazes de levantar e sustentar seu próprio peso corporal.

O fato de 10% das crianças não terem conseguido passar pelo teste da barra e de outros 10% nem terem tentado foi "realmente chocante", reconheceu o pesquisador:

- Isso provavelmente mostra que escalar e segurar o próprio peso era algo que elas nunca tinham feito antes.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que as crianças estavam ficando com uma forma física pior, menos ativas e mais sedentárias, e, em muito casos, mais pesadas. Mas o novo estudo também revelou que, em média, a geração de 2008 tinha o mesmo índice de massa corporal daquela da década anterior. Para Daniel Cohen, da Universidade Metropolitana de Londres e outro autor do artigo, isso significa que, dada a queda na força, os corpos das crianças do grupo mais recente têm mais gordura e menos músculos do que os das crianças do grupo anterior.

- Isso é realmente preocupante do ponto de vista da saúde delas - considerou. - Se, por um lado, é uma boa notícia que o índice de massa corporal não tenha aumentado, por outro é ruim saber que, quilo por quilo, elas estão provavelmente carregando mais gordura.

Diante dos resultados, os cientistas querem que o governo britânico diminua sua confiança no Programa Nacional de Medição de Crianças, que faz um levantamento regular do índice de massa corporal dos alunos do ensino fundamental do Reino Unido, e comece a realizar testes físicos nas escolas do país.

- Trepar em árvores e subir cordas costumava ser uma atividade padrão das crianças, mas as autoridades escolares e a cultura da superproteção se uniram para tirar o vigor de nossas crianças - avaliou Tam Fry, da Fundação para o Crescimento das Crianças, organização filantrópica britânica voltada para questões do desenvolvimento físico infantil. - Cair de um galho costumava ser uma boa lição para aprender a dar a volta por cima e a subir melhor numa árvore. Agora, o medo de processos judiciais nos faz impedir as crianças de subirem nas árvores em primeiro lugar.

Segundo Fry, as escolas do país promovem duas horas de atividade física por semana para as crianças, enquanto elas deveriam estar praticando pelo menos uma hora por dia. Ainda assim, ele discorda dos autores do estudo quanto à necessidade de instituir testes de aptidão física.

- Os testes podem ou não ser apropriados, mas Sandercock não devia desencorajar o uso dos levantamentos do índice de massa corporal - disse.

Já uma porta-voz do Departamento de Saúde do Reino Unido afirmou que o governo implementou diversos programas de promoção de estilos de vida mais saudáveis entre os jovens e que pesquisas sobre saúde no país indicam um aumento no nível de atividades físicas.

- O Departamento de Saúde não tem planos de introduzir testes de aptidão física para crianças - acrescentou.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/05/29/presas-em-casa-criancas-estao-mais-fracas-924558067.asp#ixzz1NkoJLmSe
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domingo, 22 de maio de 2011

Cientistas analisam o cérebro de crianças para estudar dislexia

A dislexia é uma condição que, em termos gerais, dificulta a capacidade de interpretação de linguagem de uma pessoa. Erros como a troca de letras (“d” por “b”) ou números (“5” por “2”) são comuns para os que sofrem da doença.

Ela é também chamada de transtorno do desenvolvimento da leitura, pois o cérebro não reconhece ou processa símbolos corretamente. As crianças com esta condição podem achar a compreensão de leitura difícil porque não se conectam com as letras e sons, portanto não podem reconhecer bem as palavras.

Agora, cientistas fizeram progressos na compreensão do que acontece no cérebro de uma pessoa com dislexia, o que não é bem compreendido. Novas pesquisas sugerem que pode ser possível dizer a partir de uma varredura do cérebro se a habilidade de leitura de uma criança com dislexia irá melhorar ao longo de alguns anos.

As descobertas vêm junto com a tendência geral da medicina personalizada, em que testes genéticos, exames cerebrais e outros podem ajudar a prever cada vez mais as condições para as quais um determinado indivíduo está em risco.

Algumas crianças com o transtorno podem “compensar”, ou ler quase normalmente, mas talvez mais lentamente do que os outros, na idade adulta. É difícil saber quem será capaz de melhorar as habilidades de leitura ao longo do tempo, e quanta ajuda extra é necessária.

Um estudo com 25 crianças disléxicas e 20 crianças sem dislexia usou imagens cerebrais para responder a esta pergunta. Os pesquisadores encontraram uma maior ativação e conectividade no hemisfério direito do cérebro em crianças disléxicas que mostraram a maior melhoria em leitura após 2 anos e meio.

Em geral, grande parte da compreensão da linguagem que se passa no cérebro acontece no hemisfério esquerdo, mas há algum envolvimento do hemisfério direito também. O estudo sugere que pessoas com dislexia que passam a ler de forma razoavelmente normal estão usando uma parte do hemisfério direito em tarefas de leitura mais do que a pessoa média.

Se amplamente divulgada, este tipo de varredura do cérebro pode ser um complemento importante para as avaliações – com base na leitura e comportamento – já disponíveis para o diagnóstico de dislexia. Se a ressonância magnética se tornar mais útil e banal, o custo (hoje alto) por varredura diminuiria.

Especialistas dizem que a varredura pode fornecer informações úteis, mas não destaca os fatores ambientais, como a qualidade do ensino em sala de aula da criança, que possam contribuir para os problemas de leitura.

Além disso, os pais de crianças disléxicas lembram que é ruim deixá-las ansiosas com mais testes, que podem desanimá-las e piorar seu desconforto em relação a sua incapacidade.

De qualquer forma, os resultados da pesquisa são premiliares, e estudos com amostras maiores precisam ser feitos para confirmar padrões.

Outro estudo recente descobriu que alguns disléxicos podem ter uma maior compreensão do espaço, apesar de uma deficiência na linguagem.

A pesquisa envolveu 20 voluntários com dislexia e 21 participantes sem a condição, e testou como as pessoas identificam formas, navegam em um ambiente virtual, e realizam outras tarefas que envolvem raciocínio espacial. Os homens disléxicos tinham mais habilidades visuais-espaciais.

Os pesquisadores acreditam que isso é uma coisa boa: eles podem criar projetos, pois geralmente podem visualizar as coisas de forma muito clara. É uma habilidade que lhes dará muitas oportunidades.

Devido a isso, letras e números tridimensionais, talvez feitos de plástico ou de barro, podem ajudar uma criança disléxica a entender melhor as formas. Segurar um “7″ na mão vai ajudá-las a confundi-lo menos com um “V”.

A intervenção mais importante é um ensinamento direto e explícito da fonética, ou como os símbolos correspondem a sons. Os cientistas também dizem que quanto mais cedo a dislexia puder ser detectada, melhor.

A personalidade da criança, entretanto, também pesa. Alguns persistem, apesar da frustração, melhor do que outros. Os pais devem falar com psicólogos sobre o melhor plano de ação para o seu filho.

Quanto ao caso de adultos que não sabiam que tinham dislexia, é mais complicado. Uma pessoa que passou por essa situação fez um treinamento em um centro de desenvolvimento de aprendizagem aos 34 anos. Para ele, usar computadores para escrever ajudou tremendamente, especialmente a verificação ortográfica ou correção automática. [CNN]

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Aulas de educação física melhoram rendimento escolar. Para o corpo e para a mente.

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Diminuir as atividades físicas e recreativas para que os estudantes fiquem mais tempo na sala de aula, em vez de melhorar as notas, tem um impacto negativo sobre o aprendizado.
A revelação foi feita durante a reunião anual das Sociedades Acadêmicas Pediátricas, que está se realizando em Denver, nos Estados Unidos.
O estudo reforça as evidências de que as atividades físicas são benéficas não apenas para o corpo, mas também para a mente.
Atividades físicas criativas
Kathryn King e Carly Scahill, pediatras do Hospital Infantil da Universidade da Carolina do Norte, testaram um programa de atividades físicas entre crianças do primeiro ao sexto ano, todas apresentando notas abaixo da média.
Antes do programa, as crianças tinham uma única sessão de atividades físicas de 40 minutos, uma vez por semana. As aulas de educação física foram estendidas para toda a semana - 40 minutos por dia, cinco dias por semana.
Mas não se trata apenas de correr, saltar ou fazer polichinelos. O programa envolve atividade de treinamento de movimentos, como traçar formatos no chão com giz ou dar nomes às cores de cada degrau enquanto saltam para baixo ou para cima por uma escada colorida.
Crianças maiores também participaram de exercícios monitorados em aparelhos, como uma esteira que mostrava noções de geografia enquanto a criança corria ou uma parede de alpinismo cujos números vão mudando conforme a criança ascende na escalada.
Mente sã em corpo são
As pesquisadoras compararam as notas dos estudantes em testes padronizados antes e depois do programa de atividades físicas.
Os resultados mostraram que o tempo investido nas atividades físicas e lúdicas tem bom retorno.
O percentual de estudantes que atingiu a nota mínima passou de 55% antes, para 68,5% depois da participação no programa.
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Fonte do texto em português  Diário da Saúde

Notícia original no Sciencedaily  http://www.sciencedaily.com/releases/2011/05/110501183653.htm

Para assistir ao vídeo do Dr. King e Dr. Scahill discutindo a pesquisa:
http://etl2.library.musc.edu/video/scahill_king/study.html
Texto original
http://www.aap.org/advocacy/releases/pas2011/movementsun.pdf