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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Aulas de educação física melhoram rendimento escolar. Para o corpo e para a mente.

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Diminuir as atividades físicas e recreativas para que os estudantes fiquem mais tempo na sala de aula, em vez de melhorar as notas, tem um impacto negativo sobre o aprendizado.
A revelação foi feita durante a reunião anual das Sociedades Acadêmicas Pediátricas, que está se realizando em Denver, nos Estados Unidos.
O estudo reforça as evidências de que as atividades físicas são benéficas não apenas para o corpo, mas também para a mente.
Atividades físicas criativas
Kathryn King e Carly Scahill, pediatras do Hospital Infantil da Universidade da Carolina do Norte, testaram um programa de atividades físicas entre crianças do primeiro ao sexto ano, todas apresentando notas abaixo da média.
Antes do programa, as crianças tinham uma única sessão de atividades físicas de 40 minutos, uma vez por semana. As aulas de educação física foram estendidas para toda a semana - 40 minutos por dia, cinco dias por semana.
Mas não se trata apenas de correr, saltar ou fazer polichinelos. O programa envolve atividade de treinamento de movimentos, como traçar formatos no chão com giz ou dar nomes às cores de cada degrau enquanto saltam para baixo ou para cima por uma escada colorida.
Crianças maiores também participaram de exercícios monitorados em aparelhos, como uma esteira que mostrava noções de geografia enquanto a criança corria ou uma parede de alpinismo cujos números vão mudando conforme a criança ascende na escalada.
Mente sã em corpo são
As pesquisadoras compararam as notas dos estudantes em testes padronizados antes e depois do programa de atividades físicas.
Os resultados mostraram que o tempo investido nas atividades físicas e lúdicas tem bom retorno.
O percentual de estudantes que atingiu a nota mínima passou de 55% antes, para 68,5% depois da participação no programa.
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Fonte do texto em português  Diário da Saúde

Notícia original no Sciencedaily  http://www.sciencedaily.com/releases/2011/05/110501183653.htm

Para assistir ao vídeo do Dr. King e Dr. Scahill discutindo a pesquisa:
http://etl2.library.musc.edu/video/scahill_king/study.html
Texto original
http://www.aap.org/advocacy/releases/pas2011/movementsun.pdf

sábado, 11 de setembro de 2010

Falta de divulgação é obstáculo na inclusão de estudantes com deficiência nos esportes

 

Ana Okada

Em São Paulo

  • Fernando Pilatos/UOL

    Matheus Rheine Corrêa de Souza, 17, e sua mãe, Roseli Maria Corrêa, 48, nas Paraolimpíadas Escolares

A falta de divulgação dos esportes paraolímpicos ainda é um dos principais obstáculos que os estudantes com deficiência enfrentam para a prática esportiva. Segundo Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, não há tanta divulgação desses esportes nas escolas: "É uma coisa que tentamos no passado, mas temos dificuldade para fazer devido à grande quantidade de instituições", diz.

Outra dificuldade é a falta de capacitação dos professores de educação física da rede pública. "O que acontece muito é que esse aluno acaba fazendo trabalho teórico ou fica sentado, sem fazer nada. Isso faz com que ele se distancie do esporte", diz. Parsons salienta, no entanto, que a grande maioria das cidades do país já têm entidades que oferecem esportes para esse público. Um modo de encontrar os locais que têm esportes paraolímpicos é o site do comitê.

Segundo o presidente, a transmissão televisiva dos "Jogos Olímpicos" de Atenas, em 2004, foram importantes para a difusão desses esportes. Ele conta que, antes, as pessoas não sabiam que tratava-se de uma competição com atletas de alto rendimento, assim como as olimpíadas. "Essa questão do ídolo é muito importante: as pessoas se espelham no Zico, no Pelé; é importante as crianças terem um ídolo que nem elas. Quando você investe na categoria escolar, você garante a continuidade do esporte."

Desenvolvimento

Marcos Vieira da Silva Santos, 19, é deficiente e, quando pequeno, precisaria tomar hormônios: após começar a praticar natação, aos oito anos, ele não precisou mais. Segundo sua mãe, Maria do Carmo Vieira, 51, o esporte, além de desenvolver fisicamente o filho, deu-lhe calma e facilitou sua alfabetização.

Apesar de ele ter feito esportes sempre em associações gratuitas, a mãe conta que não foi fácil conseguir uma vaga para Santos. "Você só conseguia se conhecesse alguém de lá. Acho que hoje as coisas estão mais fáceis, mas sempre tem lista de espera", diz.

Olimpíadas

Matheus Rheine Corrêa de Souza, 17, nada desde os três anos, incentivado pelo pai. Ele, que está na seleção Brasileira permanente jovem, é cego de nascença e, nas Olimpíadas Escolares, conquistou cinco medalhas de ouro. "A expectativa dos treinadores é que eu vá para as Olimpíadas de 2016, mas meu sonho mesmo é ir já para 2012, nem que eu só consiga só um bronze", diz. O atleta se divide entre os treinos de natação, a musculação e o terceiro ano do ensino médio.

A mãe de Souza, Roseli Maria Corrêa, 48, também acha que falta divulgação e incentivo para os deficientes praticarem esportes: "A vida de um deficiente que começa no esporte é um antes e um depois. Eles se animam mais, ficam mais independentes. Devia ter gente buscando mais isso, é fantástico", diz.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Estresse afeta desempenho dos jogadores.

Pesquisa do professor Alcir Sanches, da Faculdade de Educação Física, mostra que o estresse combina combina com derrota. O pesquisador investigou as reações de 472 jogadores de futebol do Distrito Federal, entre 15 e 50 anos, em 77 situações que podem causar medo, ansiedade ou motivação. A conclusão foi que esses sentimentos podem ser decisivos no rendimento esportivo.

Jogar machucado, em uma posição improvisada e com um grupo desunido foram algumas das situações apontadas como as principais causas de estresse entre os atletas. Foi o que aconteceu com a França. “A desunião do grupo francês se refletiu no campo. Esse é o melhor exemplo dessa Copa do Mundo. O estresse foi o fator predominante na má atuação desse time”, afirmou o professor.

Ser cobrado por jornalistas, fazer um gol contra, perder um pênalti, sofrer uma goleada, terminar o primeiro tempo da partida perdendo, ser cortado do jogo no vestiário e jogar em um campo em condições ruins também foram outros fatores considerados negativos para o desempenho pelos atletas. “Até meados dos anos 70, a preparação física e a tática poderiam explicar a performance. Depois disso, passaram a considerar a psicologia como outro fator que contribui para os resultados”, explica Sanches. “Questões psicológicas se tornaram tão importantes para as equipes, que todas têm um psicólogo na comissão técnica”, completa.

BRASIL – Kaká, meia-atacante brasileiro, também teve o estresse como inimigo na partida entre o Brasil e a Costa do Marfim, no dia 20 de junho. O atleta de comportamento exemplar foi expulso pela terceira vez em nove anos de carreira. "Tomara que o substituto já tenha sido convocado", avisa Alcir. É que a pesquisa mostra também que ser convocado de última hora é ruim para os jogadores. "A espera gera muita ansiedade entre os jogadores que aguardam uma chance”, comenta o professor.

Para o pesquisador, a equipe brasileira deverá receber uma atenção especial do psicólogo da seleção. “Sempre que o Brasil entra em campo, a torcida espera um espetáculo. Ganhar, para o torcedor brasileiro, não basta. Ele espera pedalada, gols de placa e vencer de goleada”, afirma Sanches. Ele alert que as pressões da torcida e até das outras equipes, da imprensa e o próprio favoritismo do Brasil geram um estresse descomunal nos jogadores e em toda a comissão. “Nós temos a cultura de não aceitar uma medalha de prata. Como se ficar em segundo lugar não fosse um mérito. Temos sempre que estar no topo. É uma pressão muito grande e exige preparação dos jogadores para estarem entregues na partida”, explica a professora Rossana Benck, da Faculdade de Educação Física.

A torcida e a imprensa, além de exigirem o futebol bonito, criticam a escalação feita por Dunga. Sanches argumenta que o técnico pesou o lado psicológico na hora de convocar. Um exemplo disso foi ter deixado o Adriano, jogador do Flamengo, fora da Copa do Mundo. “Dunga não o chamou porque ele está desequilibrado emocionalmente. O Adriano leva os problemas pessoais para dentro do campo e acaba não rendendo. É claro que também falta preparo físico”, afirma Sanches. “Um sujeito que sempre foi craque não deixa de ser bom do dia prá noite. Questões psicológicas explicam a mudança de comportamento”, completa.

Rossana Benck lembra que cada atleta interpreta o estresse de uma maneira diferente. “Conheço pessoas que se sentem motivadas em situações consideradas estressantes. É como uma injeção de ânimo.”

VUVUZELA – A polêmica “arma” de fazer barulho, que invadiu os estádios na África do Sul, pode interferir no desempenho dos jogadores. A poluição sonora atrapalha até quem assiste aos jogos pela televisão e pode estressar quem está em campo. Para piorar, pode desconcentrar a equipe. Sanches argumenta que se o jogador tiver foco, nada do que estiver acontecendo fora dos gramados poderá afetá-lo. “Eu fui goleiro por muitos anos, quando passei a prestar atenção em quem gritava atrás do gol, a bola passou a entrar. Enquanto tive foco e estava concentrado na partida fiz bem o meu trabalho”, conta o pesquisador.

Texto: Cecília Lopes
Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB

Publicado em: 25/06/2010

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Previsão do futuro: o que atletas de elite tem que você não tem.

Ao ver um jogador de basquete fazendo um lance livre, você conseguiria dizer, só pelos seus movimentos iniciais, se ele vai acertar a cesta? Provavelmente não. Treinadores e jornalistas esportivos até conseguem prever o resultado de alguns lances. Mas, segundo um estudo publicado na revista Nature Neuroscience em 2008, jogadores profissionais preveem com bastante acurácia o resultado desses lances.

No estudo, jogadores profissionais, treinadores ou jornalistas esportivos e iniciantes assistiram a clipes de lances livres, editados previamente para que só mostrassem o lance até um certo ponto do movimento. A tarefa dos participantes era decidir o destino da bola: ela “entra”, “não entra”, ou o participante não conseguia decidir.

Uma pessoa que tentasse adivinhar sem nenhuma base o destino da bola deveria acertar se ela entra ou não na cesta 50% das vezes, em média. Os jogadores de elite acertaram suas predições em 67% das vezes, mas treinadores e jornalistas esportivos e o grupo dos iniciantes somente acertaram 44% e 40% dos lances, respectivamente. Se treinadores passam tanto tempo quanto os jogadores que eles treinam acompanhando bolas voando em direção à cesta, por que somente os jogadores conseguem antecipar o resultado dos lances?

A diferença está na capacidade dos jogadores de elite de prever rapidamente o destino da bola - o que é de se esperar pela exigência de decisões rápidas neste jogo frenético. Ao assistir a clipes mais curtos em que a bola não chegava a sair das mãos do jogador, os iniciantes nem arriscavam um palpite sobre se a bola entraria ou não, enquanto jogadores, treinadores e jornalistas esportivos já tinham uma opinião formada. Mas somente os jogadores de elite é que acertavam suas predições: provavelmente, somente eles conseguem “ler” fluentemente os padrões de movimento corporal de outros jogadores, como por exemplo a cinética das pernas na hora do impulso e a flexão dos dedos das mãos- mais especificamente o dedo mindinho, segundo os pesquisadores - na hora em que a bola deixava o jogador.

Enquanto observavam os lances, as fibras nervosas que ligam o córtex motor aos músculos ficavam mais ativas nos jogadores e nos expectadores experientes do que nos iniciantes. Mas tal ativação só ocorria ao assistir a cenas do esporte em que eram especialistas (no caso, basquete); vídeos de chutes a gol não provocavam efeitos. Ao observar uma ação na qual são especialistas, portanto, o córtex cerebral aparentemente é capaz de simular essa ação - o que talvez ajude a permitir aos jogadores acertar mais frequentemente o desfecho do movimento observado (muito importante quando a vitória do seu time está em jogo!).

Curiosamente, somente os jogadores profissionais mostravam ainda uma ativação muscular mais acentuada ao ver a bola deixar as mãos do jogador e prever (acertadamente) que ela não entraria na cesta. Somente os jogadores profissionais é que sentem na pele, ou melhor, na mão, quando uma bola em lançamento terá um destino fracassado! (PfMRI, 01/5/2010)

Fonte: Aglioti SM, Cesari P, Romani M & Urgesi C (2008) Action anticipation and motor resonance in elite basketball players. Nature Neuroscience 11(9): 1109 - 1116.

domingo, 6 de junho de 2010

III Conferência Nacional do Esporte

06/05/2010 14h00 - Conferência Nacional do Esporte aprova a Carta de Brasília

Os participantes da III Conferência Nacional do Esporte aprovaram neste domingo (6) a Carta de Brasília, que sintetiza as ações e metas do segmento para os próximos dez anos.
Reunidos em Brasília de 3 a 6 de junho, os conferencistas debateram 10 eixos temáticos que regem o esporte brasileiro. Todas as propostas foram discutidas em grupos de trabalho e aprovadas na plenária final, ocorrida no sábado (5) à tarde e na manhã deste domingo.
A Conferência teve etapas municipais, estaduais regionais e livres em todos os estados e no Distrito Federal.
Veja a íntegra da Carta de Brasília:
Por um time chamado Brasil!
Esta III Conferência Nacional do Esporte, a maior já realizada no segmento, expressou a inteligência coletiva e foi o ápice de um processo de consolidação de importantes consensos iniciado em sua primeira edição, em 2004, e mantido na segunda conferência, em 2006. A primeira definiu os fundamentos da Política Nacional do Esporte com foco no desenvolvimento humano; a segunda propôs uma nova estrutura para o Sistema Nacional de Esporte e Lazer e teve como marco a conquista da Lei de Incentivo ao Esporte.
A III Conferência consolida as conquistas anteriores e avança para a efetivação do esporte como direito social, conforme preceitua a Constituição Federal, que também determina que cabe ao Estado oferecê-lo como política pública. Esta Conferência ocorre em um momento especial para o nosso país.
O povo brasileiro já deu inúmeras provas de sua genialidade e criatividade ao superar barreiras na história e ocupar espaços internacionais nas artes, nas ciências, na tecnologia de ponta, nas questões ambientais, na gastronomia, nas comunicações, nas políticas públicas de saúde e de educação, na indústria, sobretudo a de petróleo, petroquímica e de biocombustíveis.
No campo esportivo, a comunidade internacional, sob diversos ângulos, volta seus olhos para o Brasil. Os Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos de 2007, os Jogos Mundiais Militares de 2011, a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 são símbolos desse novo olhar do mundo sobre o nosso país.
O momento abre novas oportunidades para o esporte brasileiro. E isso só é viável porque o Brasil passa por um momento raro de distribuição de renda e combate à pobreza; trilha um caminho de crescimento e de estabilidade econômica, de confiança para investimentos, de ampla democracia e incontestável reconhecimento da comunidade internacional.
O esporte faz parte deste cenário promissor, como demonstra a participação inédita de 220 mil brasileiros e brasileiras de 3.112 municípios de todas as unidades da federação para debater o Plano Decenal proposto para esta III Conferência Nacional do Esporte. A comunidade esportiva nacional compreendeu o chamamento à discussão dos desafios para os próximos dez anos.
Aqui reunidos – mulheres e homens de todas as gerações, negros, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores, pessoas com deficiências e com mobilidade reduzida, idosos, estudantes, professores de educação física e de outras áreas, atletas, técnicos, dirigentes e gestores esportivos –, todos construindo o Plano Decenal de Esporte e Lazer que será um poderoso instrumento de mobilização da comunidade esportiva e – temos convicção – se converterá em lei no Congresso Nacional para ratificar o anseio da sociedade brasileira.
Aprovamos o Plano Decenal de Esporte e Lazer “10 pontos em 10 anos para projetar o Brasil entre os 10 mais” que ratifica a necessidade de um Sistema Nacional de Esporte e Lazer lastreado em recursos que tornem sustentável um projeto de longo prazo.
Significa também promover a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio de programas socioesportivos; institucionalizar o esporte educacional; atingir resultados inéditos nas competições e assim projetar o Brasil no ranking do alto rendimento; incrementar nossa infraestrutura esportiva; modernizar e valorizar o futebol como identidade cultural do Brasil; ampliar o leque de modalidades para diversificar a prática esportiva no país; qualificar a gestão do esporte e do lazer; e aproveitar o potencial econômico-social dos grandes eventos, porque eles contribuem com o projeto de desenvolvimento nacional gerando milhões de empregos, aumentando a renda do trabalhador e propiciando o renascimento de áreas urbanas, a melhoria da qualidade de vida, a oferta de perspectivas à juventude e o fortalecimento do respeito do mundo por nossa pátria.
O Plano Decenal ganha força a partir da valorização do trabalhador da área, especialmente o profissional de educação física, garantindo postos de trabalho; estabelecendo a criação de políticas de formação continuada e permanente, de desenvolvimento científico e tecnológico e de acompanhamento e avaliação dos programas, resultando na profissionalização cada vez maior da política esportiva no país.
Esse conjunto de ações e metas consolida os programas sociais de esporte e lazer do Ministério do Esporte como política de Estado e avança rumo à universalização do acesso ao esporte e ao lazer como direito de todos os cidadãos brasileiros.
O esporte nos ensina que as vitórias são fruto de construções coletivas, de ideias amadurecidas, de planejamento contínuo, de papéis definidos, de metas objetivas, de gestão eficiente, de políticas amplas.
Se os desafios são enormes, maior é a nossa capacidade e espírito de luta. Reunidos no cinquentenário de nossa capital, nós, delegados, delegadas e participantes da III Conferência Nacional do Esporte, somos inspirados pelo sonho da construção de Brasília, forjada em concreto, feita de poesia, sacrifício e trabalho de brasileiros de todas as partes. Com esse exemplo, fortalecemos nossa determinação de construir uma nova década em que o esporte e o lazer sejam vividos pela população como direitos. Queremos todo o povo jogando, torcendo e brilhando, vestido com a camisa desse time chamado Brasil.
Brasília, 6 de junho de 2010